Eliana Printes e Fafá de Belém no palco do Teatro Amazonas
Eliana Printes e Fafá de Belém no palco do Teatro Amazonas
Eliana Printes e Fafá de Belém no palco do Teatro Amazonas
Eliana Printes e Fafá de Belém no palco do Teatro Amazonas
Teatro Amazonas se iluminou para receber duas vozes da música brasileira. Eliana Printes e Fafá de Belém em um show emocionante que com certeza ficará na memória de todos que estiveram na noite do dia 11 de fevereiro no teatro Amazonas, não só pelas canções de sucesso mas pela união de duas artistas somando forças através da música e com um olhar que aponta com delicadeza para uma Amazônia otimista.
O show Eliana Printes convida Fafá de Belém lotou o teatro Amazonas. As duas artistas subiram ao palco acompanhadas pelos músicos Julinho Teixeira no piano acústico e Adonay Pereira no violão. Cenário assinado por Inês Daou e figurino por Flávio Mothé.
O público de Manaus marca presença mais uma vez e lota o teatro da Instalação nas duas sessões
O propósito deste show era exatamente encontrar o público, por isso este formato minimalista somente com voz e violão. No roteiro da noite, todos os sucessos da minha carreira para que pudéssemos cantar juntos. Uma produção simples e bem cuidada. A concepção é minha a direção musical é do Adonay Pereira e o figurino de Flávio Mothé. Foi uma apresentação super emocionante, um momento especial para mim, reunir amigos e fãs para celebrar e agradece-los pelo apoio a minha carreira.
Comigo no palco do teatro da Instalação o músico Adonay Pereira e a participação especial do amigo, cantor e compositor Cileno. Valeu Cileno!
Muito obrigada a todos que estiveram comigo no dia 03 de dezembro de 2010 sexta-feira nas duas sessões do meu show Que presentes te daria? No Teatro da Instalação.
Obrigada ao radialista e amigo Ney Amazonas, ao cantor e amigo Cileno pela participação. Obrigada às queridas Cleide Carvalho, Milena Di Castro, Michele Bahia e aos queridos, Oyama Filho, Onofre, Luciano Maia e Fabio Tomaselli. Quero agradecer também pela parceria, toda equipe do teatro da Instalação, da casa de música Ivete Ibiapina e da Secretaria de Estado da Cultura-SEC. Muitíssimo obrigada à Rede Amazônica de Rádio e Televisão.
Cantar no Teatro Carlos Gomes foi realmente um grande prazer.
Lá o show começa às sete em ponto mesmo, sem atraso. No palco os músicos Tavinho Menezes (violão e bandolim), Adonay Pereira (Violão), Francisco Falcon (baixo acústico) e Sergio Nacife (bateria).
O show ainda contou com as participações dos músicos da banda do João Pinheiro, André Agra (violão, baixo e escaleta) e o Meireles na guitarra. Todos empenhados em realizar um grande espetáculo. Que bom!
Como sempre quero agradecer a todo o público, aos amigos, aos colegas artistas que marcaram presença. Muito obrigada ao estilista Flávio Mothé pelo figurino maravilhoso, ao curador do Projeto 07 em ponto Augusto Martins e a todos do Teatro Carlos Gomes pela receptividade. valeu Cilene Araújo, Kika Dantas e Paulo. Fiquei muito feliz em cantar num teatro com uma história cultural tão importante para para a música brasileira.
– Eliana Printes
Agradecimento especial após o show: eu, João e os músicos O figurino: Flávio Mothé
Cenário: Adonay Pereira
Fotos: Bruna Prado
Olá queridos! Em primeiro lugar quero agradecer a todos vocês que marcaram presença nos shows do Lapinha. Como sempre eu fiquei muito feliz em revê-los. Essas duas apresentações foram como uma espécie de preparação para o lançamento em breve do meu primeiro DVD.
Os shows começaram por volta das 22:30h. No palco comigo os músicos Israel Dantas no violão, Sergio Nacife na bateria, Francisco Falcon no baixo acústico, Adonay Pereira no violão e uma canja de Giovani Andrade no piano acústico.
A cantora Manu Santos e cantor João Pinheiro fizeram a festa comigo nas duas noites. Foi muito bom cantar com eles, são dois talentosos e queridos amigos. Muito obrigada, Manu, muito obrigada, João.
A ideia desses shows é poder experimentar algumas coisas de formato, de timbres, e apresentar novas canções para esse novo momento da minha carreira, já abrindo caminho para o lançamento oficial do meu primeiro DVD.
Mais uma vez muito, muito obrigada à todo o público, aos assessores Sebastian, Hiro e Iana, à direção e a todos os funcionários do Lapinha pela forma gentil com a qual nos receberam.
– Eliana Printes
Nas buscas que fazemos através do google encontramos este CD com cover de canções brasileiras no site Amazon.com. O que mais me chamou atenção é o sotaque dos cantores e cantoras que interpretam as músicas. Eu apareço, ou melhor a Eliana Printes cover, aparece na quinta faixa “Flor de açucena” (Eudes Fraga / Thiago de Melo) que eu gravei no meu terceiro CD. Os arranjos são iguais ou bem próximos do original, o que muda mesmo é o sotaque e a pronúncia de algumas palavras em português. O que em alguns momentos tem até um certo charme e não deixa de ser também um meio de divulgar para outros países a música popular brasileira.
Agora no mês de julho um amigo querido que estava na Europa trouxe para mim o CD Divas cantam Jobim, que até então, eu só tinha visto a capa pela internet. Lançado em 2007 pela Som livre de Portugal somente nos paises que fazem parte da união europeia. Fiquei muito feliz em participar entre tantas cantoras maravilhosas com minha versão de Insensatez de Tom Jobim e Vinicius de Moraes gravada em meu quarto album. Adorei receber este CD. Vou guardá-lo com muito carinho. Agora é torcer para que o CD seja lançado também aqui no Brasil.
Encarte aberto Divas cantam Tom Jobim
Capa Divas cantam Tom Jobim
Texto abaixo extraído do site Portugues A Luz do meu caminho publicado no ano do lançamento
No Tom
Depois das edições dedicadas aos cancioneiros de Chico Buarque e Vinicius de Moraes, “Divas cantam Jobim” é o mais recente volume desta colecção da Som Livre. Dedicada à obra do “maestro soberano” e com vozes como as de Miúcha, Elis Regina, Gal Costa, Nara Leão, Daniela Mercury e Zizi Possi entre muitas outras, esta compilação acerta mais uma vez no reportório e nas leituras apresentadas, trazendo mesmo um novo “fôlego” a uma das obras mais importantes e também gravadas do universo musical brasileiro. Com 20 temas, os destaques deste CD vão para Anna Lemgruber numa interpretação lindíssima de “Eu sei que vou te amar”, “Insensatez” – minimalista por Eliana Printes, “Retrato em branco e preto” por uma iluminada Simone Guimarães, o clássico bossa-nova “Águas de Março” por Joyce, a saudosa Maysa arrebatadora em “Meditação, Alcione a soar melhor que nunca numa versão ao vivo de “Wave”, “Desafinado” ao vivo pelo Quarteto em Cy, Mónica Salmaso na comovente “Por toda a minha vida”, Ná Ozzetti em “Praias desertas” e Gal Costa com “Tema de amor de Gabriela” também ao vivo. Uma compilação feita com muito bom gosto e que recupera algumas das mais bonitas canções que António Carlos Jobim deu ao mundo. Viva Tom, 10/10.
Quarta-feira dia 23 de junho 2010. Os termômetros aqui no Rio de Janeiro marcavam 19°C. Chegamos à Casa da Gávea por volta das 18:45h. Subi a escada do sobrado e fui super bem recebida pelo Rafael e pela equipe da Casa da Gávea. Meu amigo Sebastian já estava lá também, conectadíssimo na Internet, fotografando e twittando toda a movimentação.
Enquanto a equipe técnica preparava o palco, eu e o Adonay fomos ao camarim onde já estavam os músicos Lula Washington e Léo Mucuri, demos uma olhada rápida no roteiro e minutos depois fomos para o palco para a passagem de som. O meu convidado João Pinheiro chegou e foi direto para o palco e juntou-se a nós.
Voltamos ao camirim postei umas fotos no meu twitter, fizemos um lanchinho que o Rafael (produtor) gentilmente preparou.
Passagem de som. Foto por Sebastian.
Camarim da Casa da Gávea. Foto por Sebastian.
No palco da Casa da Gávea. Foto por Sebastian.
Eliana Printes com João Pinheiro e músicos Lula Washington e Léo Mucuri. Foto por Sebastian.
O show começou por volta de 21:30h. O público como sempre receptivo e carinhoso com meu trabalho e comigo. Muitos amigos, amigos novos, gente que conheci através do Twitter e do Facebook.
Foi uma noite linda e super agradável. Conversamos, demos muitas risadas e cantamos juntinho com público. Adorei mesmo quero voltar mais vezes à Casa da Gávea.
Fica o meu agradecimento ao público pela presença, pelo aplauso, ao Rafael pelo convite, ao meu convidado João Pinheiro, aos músicos e o auxílio de Sabastian, Hiro e Anderson. Muito obrigada queridos!!! Até o próximo encontro. Bjus
Estive recentemente no Amazonas para uma curta temporada de 04 shows. O primeiro foi em Manacapuru uma cidade próxima a Manaus onde fiz um encontro com meu fã club “Pra lua Tocar”. A cidade de Manacapuru fica do outro lado do Rio Negro, então temos que cruzar o rio de balsa junto com os carros ou em barcos menores conhecidos como voadeiras. Já na outra margem do Rio Negro temos mais uma hora de estrada até a cidade.
O encontro foi no SESC Restauração no centro da cidade de Manacapuru, que deu apoio ao fã clube cedendo o espaço, a estrutura de som e luz, equipe técnica e o transporte de Manaus – Manacapuru – Manaus.
O Fã clube Pra Lua tocar tem cerca de oitenta membros cadastrados e todos eles se mobilizaram. À tarde na passagem de som nos reunimos com alguns deles para fotos e à noite recebemos todos no espaço do SESC, que tem capacidade de 300 pessoas. Ficou lotado!
Foi uma noite maravilhosa com muitos amigos e artistas locais deram canja. Muito obrigada ao presidente Clay Andrade e a todos os membros do fã clube “Pra lua Tocar”.
Obrigada! Adorei revê-los!
– Eliana Printes
Eliana Printes na livraria Letras e Expressões. Foto por Iana Marinho.
Eliana Printes e Jorge Ben Jor. Foto por Iana Marinho.
O movimento começa a partir das 23:55h na livraria Letras & expressões do Leblon, aqui no Rio de Janeiro. É o sarau do Corujão da Poesia onde um grupo de poetas se reúne todas as terças e se revezam ao microfone noite a dentro e muitas vezes amanhecem e vão todos já com o dia claro tomar um café em uma padaria próxima à livraria. Eu cheguei um pouco mais cedo para uma rápida passagem de som. Os organzadores João Luiz de Souza, Glad Azevedo e Marcio Bragança já a postos para mais uma edição do projeto e para recepcionar os convidados. Ficamos conversando um pouco e por volta de 00:30h as pessoas foram chegando e preenchendo os espaços entre as estantes e os balcões da livraria.
Uma coisa super gentil que notei foi quando o João Luiz deu o boa noite de boas vindas, as pessoas que espalhadas pela livraria se aproximaram e sentaram onde encontraram um espaço, seja nos degraus que ligam o piso à área do palco, na escada que dá acesso ao mezanino, ou no chão mesmo. Muito legal! Por volta de 01:30h eu comecei o pocket show. O previsto era cantar cinco músicas, mas os pedidos foram surgindo e cantei umas dez. Como o espaço do palco não é muito grande fui acompanhada somente pelo Adonay Pereira ao violão, mas o que eu não sabia é que muitos músicos levam seus instrumentos para o sarau e quando comecei a cantar já na segunda música percebi que os percussionistas Léo e Hélio estavam tocando, aí convidei-os para o palco e eles deram um auxílio super luxuoso. Muito obrigada!
A noite se completou com chegada de Jorge Ben Jor que é o padrinho do evento e após a minha participação ele me presenteou com o livro O auto de Ana, a louca – Poemas lúcidos de Anna Maria Dutra de Menezes de Carvalho. Muito obrigada ao Jorge e todos pela atenção e carinho. Sucesso!!
A música “O Céu hoje a noite” (Adonay Pereira / Eliana Printes) gravada por Eliana em seu 4º álbum “Pra lua tocar” serviu de inspiração para o maestro Knut Andreas e saxofonista Ralf Benschu na criação do réquiem para saxofone e orquestra.
Orquestra Sinfonica Collegium Musicum de Potsdam
O maestro Knut Andreas fala sobre como conheceu a musica O céu hoje a noite
A primeira vez que eu ouvi a música “O Céu hoje à noite” de Adonay Pereira e Eliana Printes foi quando meu amigo Gil me mostrou a música e perguntou se eu poderia tocá-la ao piano. Eu tentei tocar a música e também gostei dela desde o primeiro momento.
– Knut Andreas
A idéia de compor o réquiem
Então tive a ideia de compor um réquiem para saxofone e orquestra para um de nossos concertos com a orquestra sinfônica “Collegium Musicum Potsdam”, em colaboração com o conceituado saxofonista Ralf Benschu, que possui uma boa técnica de improvisação. Decidimos escrever o réquiem juntos. Eu fiz as partes para orquestra e solista e ele fez as improvisações em todos movimentos.
– Knut Andreas
O céu hoje a noite como inspiração
Eu utilizei a música “O Céu hoje à noite” para o Réquiem. Para cada movimento eu peguei um pedaço da música, por exemplo, as harmonias, a melodia, o ritmo e no fim do último movimento “In Paradisum” pode-se ouvir a música completamente.
Na visão de uma pessoa que mora aqui na Alemanha, o Brasil poderia ser o paraíso também, pelo menos foi assim pra mim ao lembrar da minha primeira viagem para Manaus. Outro detalhe que também me chamou atenção foram as palavras que fecham a letra da musica ‘aos olhos azuis do anjo‘ combinam em parte com o texto de um réquiem mesmo as ideias dos textos sendo diferentes”.
– Knut Andreas
Sobre o concerto
A Orquestra Sinfonica Collegium Musicum de Potsdam (65 músicos), apresentou o concerto no dia 21 de novembro de 2009 em uma igreja da cidade Potsdam na Alemanha. O solista foi o conceituado músico Ralf Benschu no saxofone e o maestro e regente: Knut Andreas.
O concerto teve três momentos
O primeiro foi a abertura com um coral de J.S Bach.
A segunda música foi o Réquiem para saxophone e orquestra inspirado na música “O céu hoje a noite” (Adonay Pereira / Eliana Printes). Cada movimento tem uma parte da canção, melodia, harmonia e no último movimento podemos ouvir a música completa.
A terceira música e o encerramento do concerto foi a sinfonia número 2 de Johannes Brahms.
O que mais nos chamou atenção e nos emocionou quando ouvimos a gravação do Réquiem para saxofone e orquestra enviado pelo maestro Knut Andreas além da beleza e da grandiosidade do som de orquestra foi o fato de saber que uma canção de nossa autoria foi estudada e ensaiada por músicos de um outro país que dedicaram seu tempo ao nosso trabalho. Só temos que agradecer a Deus.
– Eliana Printes
A canção O Céu hoje a noite fala em sua letra de fim e recomeço, de reencontro e de conquista, é essencialmente uma canção de amor.
Clique aqui para ler um artigo no site da orquestra alemã.